As crises eclodem no mundo em grande velocidade. É difícil se manter atualizado em relação aos acontecimentos, e mais difícil ainda desenvolver uma perspectiva histórica e crítica a respeito deles. Nossa série Alerta Vermelho oferece uma breve análise em duas páginas sobre crises importantes da atualidade


O que começou como uma disputa comercial na década de 1990 agora tornou-se em um desafio existencial dos EUA contra a China. A ameaça se dá por razões perfeitamente racionais: os EUA vê corretamente a economia chinesa se tornar lentamente a maior do mundo; os EUA entende que a China em breve produzirá a tecnologia mais avançada. Diversas técnicas de guerra híbrida para enfraquecer ou derrocar governos não se aplicam à China. Os únicos meios à disposição dos EUA para manter seus poder, assustadoramente, é a força armada.


No início da noite de 4 de agosto, um incêndio se iniciou no Armazém 12 do Porto de Beirute, Líbano. Uma explosão demoliu o porto imediatamente; a onda de pressão teve um alcance de um raio cerca de 15 quilômetros. O que havia explodido não era um navio com armas ou fogos de artifício ou um míssil, mas um prédio que abrigava 2. 750 toneladas de nitrato de amônio, que estava armazenado negligentemente em um armazém portuário desde novembro de 2013. Mais de 19 funcionários do governo foram presos, incluindo o diretor do Porto de Beirute e o diretor da alfândega.


Este Alerta Vermelho é um documento para explicar fatos fundamentais sobre o vírus e seus antídotos. Foi produzido a partir da consulta à cientistas e especialistas.


Com oito chapas presidenciais apresentadas, o MAS tem como candidatos Luis Arce Catacora, para a presidência, e David Choquehuanca Céspedes, como vice. O primeiro foi ministro de Economia dos governos de Morales e artífice de seu sucesso econômico; o segundo foi chanceler, gestor de sua política internacional soberana e uma referência para os movimentos indígenas e camponeses. As primeiras pesquisas de opinião dão uma vantagem importante ao MAS.


Tal ódio não marcou as relações dos EUA com o Irã durante o reinado do Xá (1941-1979). Somente quando um nacionalista na economia chegou ao poder entre 1951 e 1953 e ameaçou nacionalizar a indústria petrolífera do Irã é que a CIA, o Xá e a direita do exército iraniano se posicionaram contra ele. Durante esse período, os reis sauditas e o Xá iraniano uniram-se em uma causa comum contra movimentos populares e comunistas.