O relatório das Nações Unidas sobre biodiversidade e ecossistemas dá um grave diagnóstico do planeticídio pelas mãos do capital global. A taxa global de extinção de espécies é centenas de vezes mais veloz hoje do que nos últimos dez milhões de anos. Isso se dá por conta do voraz apetite do capitalismo em reproduzir lucros para poucos à custa de todo o resto, até mesmo da sobrevivência do planeta. “Ações baseadas no mercado não serão suficientes”, escrevem os acadêmicos. O capitalismo, em outras palavras, não pode resolver o sério problema da extinção. O relatório da ONU assinala que a transição “implicam uma mudança dos indicadores econômicos padrão”. Sem colocar um nome em isso tudo, sugere que o único antídoto humano contra a extinção é o socialismo. Os recursos para financiar essas transformações existem e estão nos paraísos fiscais dos ricos, nos subsídios dados às corporações de combustíveis fósseis, ao agronegócio que destrói o planeta. Se esse dinheiro fosse reunido, seria o suficiente para reconfigurar os sistemas de energia, transporte, moradia e de alimentação. Um futuro socialista é necessário.

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Nas Ruínas do Presente é apresentado os desafios que são postos pela globalização e o que estes desafios produzem em nossa sociedade. A primeira tentativa de resolver os problemas da globalização foi o neoliberalismo. Falhou. Em seguida veio o populismo cruel, que se expressa em termos estreitos e odiosos. Ele também falhará. A esquerda está fraca – diluída pela globalização. A necessidade do momento é a recomposição da esquerda, para que se torne uma força vital para uma humanidade frágil.

Globalização e sua alternativa expõe a avaliação de Samir Amin do conceito de globalização, bem como seu conceito de “desvinculação”; isto é, para o Terceiro Mundo forçar o imperialismo a aceitar suas condições e a ser capaz de conduzir sua própria política. A perspectiva de Amin nos ajuda a entender a atual crise do capitalismo e a imaginar um mundo baseado em uma agenda do povo, multipolar e internacionalista, ao invés de um mundo impulsionado pelo capital global.

Raw minerals are needed for everyday life, but when that life is also the cost of our infrastructural needs it is time to start asking questions. Why do 60% of the world’s mining companies have their headquarters in Canada? In this briefing we provide the financial details of ten Canadian mining companies. This data becomes a corporate crime rap sheet when it is read alongside concise accounts of the most horrendous violations committed–globally–by these companies. Canadian wealth is deeply dependent on a depraved indifference to human life, an indifference seemingly shared by Canadian mining companies.